

Amor
Não
Exigente
É
sublime
amar
assim,
sem
poder
se
ver.
É o
amor
manifesto
com
outra
expressão.
É
puro
amar
assim,
sem
nada
querer.
Talvez
seja
esta
uma
legítima
afeição.
Não
nos
pertencemos
e no
entanto,
nos
temos.
Nada
esperamos
e se
esperamos,
sofremos.
Mas,
lá
no
cerne
do
quanto
nos
queremos,
sobrevive
a
tênue
esperança
de
que
ainda
nos
veremos.
São
longínquas
esperanças,
remotos
anseios...
mas
não
temos
vivido
destes
devaneios?
Quando
o
amor
é
grande
a
gente
não
esquece.
Os
ânimos
se
altercam,
a
chama
arrefece,
parece
que
vai
morrer
e de
repente
aquece.
É
que
o
"coração
tem
razões,
que
a
própria
razão
desconhece".
Fátima
Irene
Pinto
Do
Livro
"Murmúrios
da
Alma" |
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Página editada
em 30/11/2006
Atualizada
em
30/11/2006

PAIXÃO
E TERNURA By
Terê
Paetê
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